E se fosse com a UnC?

Reflexões
Essa postagem vai ser bem rápida. É mais p/ compartilhar um pensamento e deixar uma reflexão.

Estava aqui analisando a questão do "barraco" na UNIBAN só por causa de uma colega que tava com um vestido um pouco mais curto e me veio na cabeça: putz, se no protesto pela unificação que foi feito na UnC, um protesto que foi silencioso e pacífico, teve presença de um monte de seguranças privados, polícia militar acompanhada de cavalaria, canil e escopetas, como seria se os dirigentes da UnC Caçador fossem dirigentes da UNIBAN diante de uma confusão daquelas ou fato semelhante tivesse acontecido na UnC Caçador? Eu só consigo pensar em duas opções:
.
a) Além de todo o aparato de seguranças particulares e Polícia Militar, chamariam o Exército, Aeronáutica e - caso tivesse lugar para entrar com os navios - a Marinha;

b) Não fariam nada porque quem estava correndo risco era a estudante e não a diretoria.

Sinceramente, não sei qual delas seria, pois é um páreo duro. Detalhe: em qualquer das opções, não sairia nada na imprensa local. =P

Caso tenha mais sugestões, deixe nos comentários.

Au revoir =]

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Questão de identidade

Universidade
Que eu sou a favor da unificação da UnC, mesmo depois de a Assembléia Geral ter decidido o contrário não é nenhuma novidade, né? Sou um "pró-unificação" como dizem por aí.

Estes meus olhos "pró-unificação" não puderam deixar de notar, no dia de hoje, uma notícia no Caçador Online sobre o lançamento do site do Museu do Contestado, da qual eu transcrevo o trecho abaixo:

"[...]
Finalizando a manhã, foi realizada uma visita guiada ao Museu do Contestado. A tarde, foram realizadas as oficinas no prédio do bloco D da UNIARP, antiga UnC - Caçador.[...]" (grifei)

Para ler a notícia na íntegra, clique aqui.

Diante disso eu questiono: no caso de realmente substituirmos a UnC - Caçador por essa UNIARP (digo no caso, porque até o momento ainda não foi registrado nada), é essa que será a identidade dessa nova universidade? A "antiga UnC - Caçador"?

Eu penso que se querem fazer uma universidade nova, seria de bom tom que pelo menos se desvinculasse  a imagem da "antiga", até porque a UnC seguirá adiante e, quem sabe, até com algum campus ou núcleo em Caçador. Não é muito sensato criar uma "nova" instituição que fique se escondendo sob o nome conhecido da antiga até que possa, sabe lá quando, ter um nome e reconhecimento próprio.

Fica a dica para o pessoal do "contra": ao menos criem uma identidade própria.

A não ser que pretendam ficar a vida toda conhecidos como "a antiga UnC - Caçador" tal qual o PET, a Secretaria da Saúde e seja lá o que mais for construído naquele local, que será sempre a "antiga Sulca".

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Funcionários e Professores impedidos de entrar no "campus" caçadorense da UnC

Plantão


Neste exato momento os funcionários e professores da UnC - Caçador estão exilados na Reitoria.

As informações são de que a Diretoria Administrativa mandou fechar o campus, sendo que não foi permitida a entrada sequer do Diretor Acadêmico.

De última hora, o Diretor-Presidente do Campus editou uma resolução suspendendo as aulas e o expediente interno e externo no dia de hoje, numa tentativa de impedir as manifestações durante a Assembléia Geral.

Confira a resolução na íntegra, que foi enviada por e-mail pela Assessoria de Imprensa.

Resolução UnC/Cdr/Prd nº 003/2009 

Suspende aulas e expediente interno e externo no dia 6 de outubro de 2009 no período vespertino e noturno

O Diretor Administrativo da Fundação Universidade do Contestado – Campus de Caçador, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE:

1° - Suspender as aulas e o expediente interno e externo no dia 6 de outubro de 2009, no período vespertino e noturno, em razão da realização da Assembléia Geral Extraordinária que tratará do processo de Unificação, no Campus de Caçador e Núcleo de Fraiburgo.

2° - Esta resolução entrará em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário. Caçador, 6 de outubro de 2009.

Luiz Eugênio Rossa Beltrami 
Diretor Presidente

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Nós somos a comunidade!

Universidade


Então pessoal...eu já falei bastante sobre a unificação e já indiquei o blog do prof. Nilson Thomé para se informarem mais sobre o assunto.

Hoje só vou colocar algumas fotos (até pq provavelmente vcs só verão as fotos aqui) das manifestações dos acadêmicos, funcionários e professores. Infelizmente, não tenho fotos do primeiro dia, mas colocarei da manifestação de ontem e também da passeata que realizamos hoje pela cidade.

Não colocarei muitas p/ que não fique muito pesado o carregamento. Perdoem a má qualidade das fotos, infelizmente, os profissionais da imprensa que compareceram, certamente, não publicarão as deles, que possivelmente teriam uma qualidade melhor.

Abraços.

FOTOS DA ASSEMBLÉIA DOS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS, REALIZADA NA NOITE DE ONTEM


Notem que, embora tenham divulgado que os funcionários foram "hostilizados" pelos alunos na Assembléia, me parece que na ata dessa Assembléia não foi registrada nenhuma desordem, bem como a foto tbem comprova que estavam todos na mais perfeita harmonia. Uma pena eu não ter registrado o momento em que os funcionários e professores se levantaram p/ aplaudir a chegada dos alunos.

FOTO DO "ABRAÇO" QUE OS ACADÊMICOS, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DERAM NA UNC, APÓS A ASSEMBLÉIA



 
 
 
 
 
 FOTOS DA PASSEATA DOS ACADÊMICOS, FUNCIONÁRIOS E PROFESSORES, QUE ACONTECEU HOJE PELA MANHÃ

 
 
 
 
 
 
 
 
(Na foto acima, momento em que os manifestantes protestaram pela liberdade de expressão, em frente a um dos jornais da cidade, bradando palavras de ordem)
 
 
 

Apesar de não estar na organização do evento, na condição de presidente do Centro Acadêmico de Direito, não posso deixar de agradecer em nome dos alunos que representamos, ao apoio da Guarda Municipal e da PM/SC que ajudaram com a "escolta" da passeata, bem como às manifestações de apoio, recebidas da verdadeira comunidade caçadorense!


Encerramos deixando uma pergunta e uma sugestão, principalmente aos membros da Assembléia Geral da UnC, que irão decidir o nosso futuro: QUEM É A COMUNIDADE QUE OS SENHORES REPRESENTAM? Dizem que na universidade unificada, não seria justo Caçador  não ter um peso maior nas votações, justamente por terem um maior número de alunos etc, pois então , OUÇAM ESSES ALUNOS, OUÇAM A COMUNIDADE QUE OS SENHORES DEVEM REPRESENTAR! Nós os respeitamos enquanto mantenedores históricos (como dizem no jornal), agora nós também pedimos  que nossa vontade, na condição de mantenedores atuais da nossa Universidade, seja respeitada!


Aos jornalistas que dizem que os alunos não sabem nada e estão sendo manipulados, deixamos a seguinte consideração: É MUITO CURIOSO E IRÔNICO QUE A IMPRENSA PAGA ACUSE QUALQUER PESSOA DE ESTAR SENDO MANIPULADA.


UPDATE


Parece que o Alô Guia é um dos únicos - senão o único - veículo de comunicação que está divulgando as notícias e fotos sobre o caso de forma independente. Não deixem de acessar e recomendar aos amigos e colegas! Cliquem no logotipo abaixo e acessem!





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UnC - Caçador: Deixem-me viver!

Universidade
Recebi hoje um e-mail bem interessante encaminhando mais uma manifestação pró-unificação, dessa vez, quem se manifesta é o Sr. Guerino Bebber, 1º Secretário da FAPE/FEARPE e professor-fundador, com mais de 30 anos de docência na UnC - Caçador, que escreve um texto colocando-se no lugar da própria universidade.

Vale a pena ler. Nada como pessoas que conhecem a linda história da universidade e mais, que FIZERAM  e VIVEM a história para comentar os recentes acontecimentos sem misturar com politicagem.

Novamente publico sem autorização do autor, então, peço que por favor, o autor não me processe ;)

UnC-Caçador...DEIXEM-ME VIVER!
por Guerino Bebber


Eu nasci em 1971-2. Meus pais eram dois professores: Dom Orlando Dotti e prof. Raulino Tramontim. Concebida em suas mentes, fiquei até pouco tempo em gestação. Logo nasci e nasci como Instituição. Nunca fui concebida como ‘empresa’.Eu fui e sou ‘instituição’, e como tal nasci para trazer bem-estar,crescimento e felicidade para todos os que me cercassem. E o caminho que eu escolhi foi o da ‘educação, cultura, conhecimento’.  Por isso, não competi com ninguém, nunca explorei quem quer que seja, nem me aproveitei de boa vontade de quem quer que fosse. Por quê? Porque esta é minha natureza.

Mas como meus pais eram pobres, uns ‘intelectuais pé-de-chinelo’ na linguagem dos detentores de poder econômico, meus pais se viram obrigados a encontrar algum ‘Mecenas’ que lhes desse suporte, sustento amparo, para eu  poder viver minha vida e minha missão. O primeiro deles, verdadeiro mecenas, foi o prefeito de então, Sr. Ardelino Grando que me cercou de todos os cuidados pra que eu pudesse crescer e ser eu - mesma. Veio até o Governador, Colombo Sales, para me batizar. E eu crescia em idade e em sabedoria.

Depois, depois, vieram outros- eu já moça faceira -, e gostaram de minha presença e companhia. Se encantaram comigo e me enamoravam. Mal me conheciam, queriam  estar comigo mais um pouco, porque era bom estar comigo. Eu era bonita e todos, ao me olharem, viam o meu companheiro. E ele, (eles), passeava feliz pelas colunas sociais da cidade, comigo ao meu lado.

Muitos deles  me trataram bem; sempre com gentilezas e  cortesias, mas houve aqueles – como é triste, hoje, recordar-me disso – houve aqueles que,  passados os primeiros momentos de respeito, abusaram de mim, prostituíram-me ,querendo tirar de mim meu próprio ser; queriam transformar-se num empreendimento lucrativo em detrimento daqueles que vinham a mim para crescerem comigo.Suprimiram até aqueles meus afazeres  que eu  amava tanto fazer , que me faziam crescer e deixavam felizes e alegres e melhores todos aqueles que me procuravam. E eles, ao invés de se preocuparem com minha inanição crescente, - mutilada que eu estava - chegaram a se proclamar ‘bem-sucedidos’ porque não estavam mais gastando comigo o seu dinheiro, (o meu dinheiro, aquele que eu consegui graças à minha beleza). E, por último, - que infelicidade a minha – como num casamento machista, agora quase quarentona, se adonaram de mim;  o colar que  no início me haviam dado virou uma coleira; eu virei serva submissa deles. Tiraram minhas vestes de ‘instituição’ e querem me envolver no terno rijo de um negociante frio e calculista cuja meta suprema é o lucro. E os meus ideais humanistas?!

Forçada por estas circunstância dolorosas, eu saio, agora às ruas da cidade  que eu vi crescer comigo, quero andar pelas ruelas e gritar: ‘ Deixem-me viver! Deixem ser eu mesma! E eu continuarei distribuindo alegria e felicidade para todos  os que vierem a mim.

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Uma vergonha!

Universidade

Uma vergonha! É assim que podemos definir o que aconteceu na madrugada do dia 22 de setembro, quando - de acordo com panfleto do Comitê Voluntário em prol da unificação da Universidade - a diretoria administrativa ordenou que fossem retiradas as faixas de apoio à unificação que haviam sido colocadas por funcionários.

Não é novidade que a atual diretoria repudia totalmente a idéia de universidade como um local de debate de idéias, pois quando do debate nas eleições municipais organizado pelo Centro Acadêmico de Direito, também nos foi negada (mesmo tendo sido aprovada antes) a cessão do auditório para a realização do evento, mas dessa vez ultrapassaram todos os limites da razoabilidade.

Parafraseando o nosso presidente da República, eu diria que "nunca antes, na história da UnC, uma diretoria chegou tão baixo a ponto de privar o direito - constitucionalmente garantido - à  liberdade de expressão de funcionários".

Funcionários preocupados com o futuro da Universidade - e mesmo com os seus e de suas famílias, posto que, para funcionários e professores realmente comprometidos, o futuro da Universidade se entrelaça com os seus próprios - que fizeram uma "vaquinha", cada um doando um pouco para fazer faixas de tnt, totalmente inofensivas, a fim de mostrar apoio ao processo de unificação, nos termos já decididos pela Assembléia de Funcionários e Professores no início do ano e ratificada agora na última semana, não tiveram seus direitos respeitados pela própria Instituição à qual dedicaram boa parte de suas vidas profissionais. É ou não é uma vergonha?

Pois bem, as faixas sumiram. Simplesmente alguém furtou as faixas que foram pagas com dinheiro dos funcionários e quem retirou as faixas sem avisar cometeu o crime de furto tipificado no artigo 155 do Código Penal e deve responder por isso.

Quem tirou? A empresa de segurança não viu. A Diretoria se faz de desentendida. As câmeras espalhadas pelo campus não gravaram ou, convenientemente, não estavam funcionando.

Caso não tenham as imagens desse golpe trágico à liberdade de expressão, creio que a Diretoria Administrativa deve ter muito a explicar ao Conselho Curador, que é responsável pela aprovação do orçamento, pois eu me recordo muito bem que no orçamento do ano passado/retrasado foi gasto um valor considerável para a implantação destas câmeras e todo ano continua sendo gasto um valor também razoável com a contratação da segurança terceirizada.

Aliás, convém lembrar que, há algum tempo, as cobras que ficam presas num cativeiro lá na UnC, nos fins de semana também estavam simplesmente conseguindo "abrir a porta" e sair passear pelo campus. Curiosamente, naquela época as câmeras também nunca estavam funcionando.

Assim, se nem a segurança  e nem as câmeras funcionam, acredito, sim, que a Diretoria nos deve boas explicações sobre o motivo que nos leva a desembolsar alta soma em dinheiro a troco de nada.

Eu, como acadêmico que paga regularmente a mensalidade e espera que seu dinheiro seja bem investido para me garantir o mínimo de segurança dentro da universidade onde eu estudo - aliás, creio que todos os acadêmicos pensem assim - estou aguardando, no mínimo, um pronunciamento oficial da Diretoria Administrativa repudiando este ato e se comprometendo a ressarcir os funcionários pelas faixas furtadas dentro do estabelecimento que é de sua responsabilidade.

Por cautela, estarei esperando sentado.

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Direto à questão

Universidade

Recentemente saiu um release um tanto quanto tendencioso da Assessoria de Imprensa da Diretoria Administrativa da UnC.

Eu iria comentar sobre o assunto, mas achei um artigo do Prof. Nilson Thomé*, que fala sobre este fato, então, acho mais prático transcrever o dele do que escrever um meu, já que partilho da mesma opinião.

Aliás, estou publicando este artigo sem a autorização expressa do autor, então, Prof. Nilson, se você estiver lendo, por favor, não me processe. Tal como acontece com os medicamentos importantes, estou "quebrando a patente" do seu artigo por uma boa causa ;)

Ahhh e antes que eu me esqueça, caso não tenha ficado claro, a Zona apóia totalmente o processo de unificação/simplificação da UnC, brilhantemente conduzido pelo Ministério Público através da 25ª Promotoria de Justiça da Capital e cede os direitos de uso do logotipo "Unificação JÁ!" (criado pela Gerência) que ilustra o artigo abaixo, para qualquer pessoa ou associação que queira utilizá-lo, desde que para a mesma finalidade.

Processo de simplificação da UnC: discussão chega às ruas

Em data de 17 de setembro, um press-release saiu voando da assessoria de imprensa da administração-administrativa de uma instituição caçadorense em direção à redação de jornais impressos e jornais on-line de Caçador e, após telefonemas [sic], o release foi estampado tal qual foi produzido, em alguns veículos de comunicação, só com títulos diferentes, destacando que o Conselho Diretor da UnC-Caçador estaria levantando e discutindo questões, como “interrupção da filantropia, aumento das mensalidades, incerteza quanto a aplicação dos recursos arrecadados no próprio campus e as dívidas das fundações” na pauta da unificação da UnC. A instituição tem todo o direito de se manifestar. Pena que só fatores negativos foram apontados neste release.


Percebe-se que há muitas diferenças e divergências no interior da UnC-Caçador, pois no dia seguinte, 18 de setembro, consta que foi organizado um “Comitê Voluntário em prol da Unificação da Universidade”, reunindo não só caçadorenses, mas amigos de Caçador nas outras cidades, imbuídos de boa-vontade para rebater, futuramente, estes alegados pontos pseudo-negativos, e destacar os pontos positivos que advirão com a unificação.


Em resposta ao que foi mandando publicar, de imediato, começou a ser distribuído um panfleto no Campus de Caçador da UnC e nas ruas adjacentes sob o titulo “Manifesto Popular”, anunciando aos quatro cantos que “segmentos populares das cidades-sedes dos campi e núcleos da UnC decidem – espontânea e voluntariamente – assumir posição pública e crítica em defesa da Universidade do Contestado, com o único intuito de luta pela manutenção da integridade, da autonomia e da independência da educação superior na Região do Contestado”, explicando que isso estava sendo feito “diante da constatação da existência de tentativas de desestruturação da nossa Universidade do Contestado, em Caçador, promovidas por pessoas estranhas ao meio acadêmico”.

O manifesto, que sem rodeios ou delongas, foi direto ao epicentro da questão, expôs que a UnC “é uma universidade unificada academicamente desde 1990, mas ainda não está unificada administrativamente, com o que vem se permitindo que, em cada cidade, exista um segmento separado, independente, como se a UnC fosse cinco UnCs diferentes”. E mais: Consta no documento, que as representações “das sociedades municipais, das comunidades acadêmicas, das assembléias, dos conselhos curadores, conselhos diretores, diretorias administrativas, diretorias acadêmicas, quadros de professores e de técnicos em educação, e da parte mais importante envolvida – os alunos matriculados nos cursos superiores da UnC – de quatro destas Fundações (Canoinhas, Concórdia, Curitibanos e Mafra) já discutiram, votaram e aprovaram a decisão pela unificação já”. Aí o leitor pode perguntar: “...mas, e Caçador?”

Concluiu o manifesto, com o dedo do tal segmento popular em riste: “Há relutância dos atuais dirigentes administrativos da Fundação UnC de Caçador, que não pertencem ao meio acadêmico, de finalizar a adesão pela unificação, contrariando a vontade popular. Em março de 2009, os alunos, os professores e os funcionários da UnC de Caçador já de manifestaram em assembléias pela unificação já”. Isso está escrito no panfleto distribuído pelo Comitê, exatamente com estas letras, que não são contrárias às nossas.

A iniciativa da instituição deste “Comitê Voluntário em prol da Unificação da Universidade” por segmentos populares, principalmente professores, funcionários e alunos do Campus da UnC de Caçador, e como informa, também por pessoal de fora de Caçador, ampliou a expansão do tema “unificação da UnC” para mais longe.

O termo mais ajustável a este processo é “simplificação da UnC”, pois entende-se que a UnC já é unificada, ao menos pedagogicamente, e então, a UnC já é una na sua essência. Resta, pois, simplificar os excessos burocráticos e amenizar os inchassos administrativos existentes em cada unidade (campus).

Se está claro e bem iluminado para toda a comunidade caçadorense que a unificação administrativa da UnC é necessária e interessante, resta saber, então: para quem e porque a unificação seria desnecessária e desinteressante? Boa pergunta essa!

Por falar nisso, onde se assina adesão a este comitê voluntário?
 
Nilson Thomé, em 19.09.2009.
*Nilson Thomé, Doutor em Educação pela UNICAMP, é jornalista, historiador e professor universitário.

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